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sábado, 14 de maio de 2011

História de Carly

Esta é minha primeira postagem em 1ª pessoa no blog. Agradeço a quem tem acompanhado!
Qualquer comentário ou sugestão, peço que entrem em contato comigo.
Este é um vídeo incrível e muito emocionante, que explica muitas coisas que não conseguimos compreender, deixando muito claro que as pessoas com autismo têm capacidades que muitas vezes subestimamos ou nem sequer sabemos que têm.
Fica muito claro também a necessidade de uma terapia de integração sensorial para as pessoas com autismo ou Asperger que têm DIS.
O vídeo está no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=M5MuuG-WQRk

Obrigado!

Integração sensorial

            O cérebro recebe constantemente grandes quantidades de informações através dos sentidos (movimento, toque, cheiro, olhar, som etc). É através deles que a criança, conforme aprende a se mover, equilibrar-se e relacionar-se com os objetos e pessoas ao seu redor, aprende sobre o mundo em que vive. O cérebro organiza e interpreta todas as informações recebidas para possibilitar uma resposta. Essa organização e interpretação que o cérebro dá à informações sensoriais é chamada de integração sensorial. Ela permite que dirijamos nossa atenção para produzir comportamento útil e adaptativo e para que nos sintamos bem sobre nós mesmos.
            No início da vida o cérebro desenvolve a organização que será a estrutura para comportamento e aprendizagem posteriores. Nesses primeiros anos, os movimentos espontâneos, as brincadeiras que envolvem o corpo todo, são muito eficazes em desenvolver o sistema nervoso. O cérebro humano freqüentemente tem sido comparado a um computador. Ele depende da informação que recebe do ambiente através dos sistemas sensoriais. Depende de informação visual, auditiva , tátil, olfativa e gustativa. Além disso, precisa também de informação sobre gravidade e movimento. O cérebro reúne todas essas sensações e as organiza para um plano de ação. Um distúrbio na recepção e organização das informações sensoriais recebidas sobre o mundo vai afetar o desempenho nas demais áreas. Quando a criança não recebe informações sensoriais importantes de forma clara e concisa, pode não estar recebendo o “alimento” que o cérebro precisa para o processo de aprendizagem. Assim, vemos crianças muito inteligentes que não produzem de acordo com o potencial intelectual que possuem. Podemos então suspeitar que exista uma dificuldade no processamento sensorial. 
A maioria das pessoas com autismo ou Asperger exibe sintomas de disfunção de integração sensorial, tornando difícil para elas processar as informações trazidas pelos seus sentidos. Elas podem ter um comprometimento sensorial leve, moderado ou intenso, manifestando-se tanto pela hipersensibilidade ou pela hipossensibilidade ao toque, som, etc. Por exemplo, a pessoa hipersensível pode evitar ser tocada enquanto uma hipossensível vai procurar pelo estímulo de sentir os objetos e pode gostar de ficar em lugares apertados, restritos ou quentes (camas com muitas cobertas ou armários, por exemplo.). Muitos comportamentos comumente vistos como "comportamentos autísticos", como andar na ponta dos pés, balançar as mãos e ficar rodopiando, podem ser na verdade sintomas de disfunção da integração sensorial.
                                                                                 
Alguns sinais de problemas na integração sensorial:

- Falta de força e tônus muscular, o que pode resultar em má postura e fadiga
- Má consciência espacial e desenvolvimento pobre da percepção de posição, resultando em insegurança durante os movimentos.
- Falta de coordenação entre os dois lados do corpo. A criança pode ficar desajeitada e confusa quando as duas mãos precisam trabalhar em conjunto, como para atividades de cortar ou escrever.
- Falta de coordenação entre os olhos e o corpo, de modo que há uso ineficaz de informação visual para auxiliar no desempenho de ações.
- Atenção de curta duração. A criança geralmente tem dificuldade em focalizar nas tarefas que precisa fazer.
- Lentidão ao desempenhar ou aprender tarefas motoras novas, uma vez que precisa pensar sobre cada movimento que faz. Desajeitada, bate-se nas coisas ou cai muito parecendo não ver os obstáculos no caminho.
- Comportamento hiperativo; a dificuldade em concentração faz com que perceba todas as coisas ao mesmo tempo e não consiga se concentrar em uma só.
- Sentido tátil mal desenvolvido, fazendo com que não goste de ser tocada, tenha dificuldade em aprender sobre a forma e textura das coisas. Por outro lado, pode não perceber seu espaço pessoal e tocar demais as pessoas, chegar perto demais.
- Criança extremamente difícil para se alimentar: só come comidas com um certo tipo de textura, ou na mesma temperatura.
- Apresenta medo excessivo, isola-se.
- Dificuldade em graduar a força que precisa para manipular objetos ou tocar as pessoas.
- Problemas em usar e entender linguagem, resultando em problemas na fala, leitura e escrita. Problemas na articulação da fala sem razão aparente.
Nem todos esses sinais precisam estar presentes e geralmente não estão presentes ao mesmo tempo. A intensidade com que aparecem e o número deles que a criança apresenta vão determinar o quanto interferem em sua habilidade de aprender.
Nos casos em que a informação não é integrada da forma que deveria ser, dizemos que existe uma Disfunção de Integração Sensorial (DIS). Quando há suspeita de que a criança apresenta disfunção de integração sensorial, é indicada uma avaliação por terapeuta ocupacional com especialização nessa área. Dependendo dos resultados da avaliação pode ser indicada uma terapia com uma abordagem de integração sensorial.
Um aspecto importante da terapia de integração sensorial é que a motivação da criança e o brincar é que são as ferramentas usadas. Através de um ambiente sensorial enriquecido, recomendações de uma “dieta sensorial” para o lar e brincadeiras que levam a criança a perceber melhor o mundo ao seu redor, essa criança pode desenvolver uma melhor integração sensorial e vir a produzir de acordo com seu potencial intelectual.
O objetivo da Terapia de Integração Sensorial é facilitar o desenvolvimento das habilidades do sistema nervoso para que ele consiga organizar, processar e interpretar os estímulos sensoriais normalmente. Com a terapia o cérebro coloca as mensagens sensoriais juntas e devolve a informação correta em resposta ao estímulo que foi dado. A terapia de integração sensorial usa exercícios neurossensoriais e neuromotores para estimular a própria habilidade do cérebro em se reparar. Quando a terapia é bem sucedida, ela pode desenvolver a atenção, concentração, audição, compreensão, equilíbrio, coordenação e o controle da impulsividade nas crianças.
A avaliação e o tratamento do processo básico de integração sensorial nas crianças autistas são geralmente oferecidos por terapeutas ocupacionais ou fisioterapeutas. Um programa especial deverá ser planejado para fornecer a estimulação sensorial necessária, sempre em conjunto com atividades musculares propositais, visando o perfeito funcionamento do cérebro em processar e organizar as informações sensoriais. A terapia também sempre requer atividades que consistem num movimento completo do corpo, utilizando diferentes tipos de equipamentos.
A terapia envolve atividades sensoriais específicas (balanço, salto, escovação etc) que pretendem ajudar a pessoa a regular sua resposta sensorial. O resultado destas atividades pode ser melhor foco, comportamento melhorado e ansiedade controlada. Sabe-se que a terapia de integração sensorial não ensina habilidades próprias de nível altíssimo, mas incrementa as habilidades do processo sensorial, o que permite a aquisição dessas outras habilidades.
Para pessoas com autismo ou Asperger que fazem o programa Son Rise e têm DIS, elementos de terapia de integração sensorial podem ser levados ao quarto de brincar, com o auxílio de um profissional qualificado em Terapia de Integração Sensorial.

Referências:



Mais informações:


terça-feira, 10 de maio de 2011

Plasticidade cerebral

A plasticidade cerebral é a capacidade que o cérebro tem de se remodelar em função das experiências do sujeito, reformulando as suas conexões em função das necessidades e dos fatores do meio ambiente.
    Há alguns anos, admitia-se que o tecido cerebral não tinha capacidade regenerativa e que o cérebro era definido geneticamente, ou seja, possuía um programa genético fixo. No entanto, não era possível explicar o fato de pacientes com lesões severas obterem, com técnicas de terapia, a recuperação da função.
      O aumento do conhecimento sobre o cérebro mostrou que ele é muito mais maleável do que antes se imaginava, modificando-se sob o efeito da experiência, das percepções, das ações e dos comportamentos.
   Deste modo, podemos referir que a relação que o ser humano estabelece com o meio produz grandes modificações no seu cérebro, permitindo uma constante adaptação e aprendizagem ao longo de toda a vida. Assim, o processo da plasticidade cerebral torna o ser humano mais eficaz.
   A plasticidade cerebral explica o fato de certas regiões do cérebro poderem substituir as funções afetadas por lesões cerebrais. Como tal, uma função perdida devido a uma lesão cerebral pode ser recuperada por uma área vizinha da zona lesionada. Contudo, a recuperação de certas funções depende de alguns fatores, como a idade do indivíduo, a área da lesão, o tempo de exposição aos danos, a natureza da lesão, a quantidade de tecidos afetados, os mecanismos de reorganização cerebral envolvidos, assim como fatores ambientais e psicossociais.
   Porém, a plasticidade cerebral não é apenas relevante em caso de lesões cerebrais, uma vez que ela está continuamente ativa, modificando o cérebro a cada momento. Os mecanismos através dos quais ocorrem os fenômenos de plasticidade cerebral podem incluir modificações neuroquímicas, sinápticas, do receptor neuronal, da membrana e ainda modificações de outras estruturas neuronais.

     Plasticidade Sináptica
     As sinapses são conexões especializadas que permitem transmitir informação entre os neurônios. São, por isso, estruturas dinâmicas que governam e moldam o fluxo de informação do circuito nervoso.
    Sendo assim, a plasticidade sináptica consiste na capacidade de rearranjo por parte das redes neuronais. Ou seja, perante cada experiência nova do indivíduo, as sinapses são reforçadas, permitindo a aquisição de novas respostas ao meio ambiente.
   Por isso, a plasticidade sináptica constitui um dos mecanismos mais importantes da plasticidade cerebral, permitindo igualmente que uma lesão ao nível da transmissão de informação neuronal seja recuperada através da criação de outras redes neuronais que possam substituir os danos causados pela lesão.
  A reabilitação do cérebro lesionado pode promover a reconexão de circuitos neuronais danificados. Quando há uma pequena perda de conectividade neuronal, esta tende a ser recuperada de uma forma autônoma.
No entanto, quando essa perda é de maior grau, tenderá a tornar-se uma perda permanente, daí a impossibilidade de recuperar certas funções depois de determinados acidentes ou doenças provocarem elevados danos neurológicos.
 Mesmo assim, em muito destes casos, as lesões aparentemente irreparáveis podem tornar-se potencialmente recuperáveis. Para isso, necessitam de objetivos precisos de tratamento, proporcionados por diversos tipos de terapia.

Referência:

http://cerebro.weebly.com/

terça-feira, 3 de maio de 2011

Um ambiente otimizado: o quarto de brincar

          Ambientes físicos com grandes quantidades de estimulação sensorial (painéis com cores fortes, barulho de fundo, etc.) aumentam o “barulho” num sistema sensorial já sobrecarregado, tornando extremamente difícil qualquer nova aprendizagem – como tentar aprender japonês dentro de um barulhento shopping center. Devido à presença de outras crianças e do tamanho do espaço físico necessário para abrigá-las, a sala de aula convencional é altamente limitada em termos de poder atender às necessidades das crianças com autismo. Até a iluminação por meio de lâmpadas fluorescentes, tão comum em salas de aula, tem sido apontada em estudos científicos como sendo um fator que afeta o comportamento de crianças com autismo. Infelizmente, estas considerações relativas ao ambiente da criança são geralmente desprezadas e têm sua importância desvalorizada quando programas educacionais são oferecidos para crianças com autismo, ou ficam além dos limites físicos e materiais das escolas convencionais.
Pesquisas envolvendo pessoas com autismo, desde estudos sobre como as células cerebrais conectam-se até estudos sobre como as pessoas atuam em testes psicológicos, nos oferecem a imagem de um mundo fragmentado, sobrecarregado e tomado por “barulho” para aqueles com autismo. Esta noção é confirmada por relatos autobiográficos de pessoas com autismo. A compreensão do mundo fragmentado e sobrecarregado de uma criança com autismo nos leva a ver a importância que tem o ambiente ao seu redor na elaboração dos programas educacionais e nos tratamentos que a ela são oferecidos. Também explica a razão das crianças com autismo procurarem ordem e previsibilidade em seus ambientes físicos.
Para muitas crianças com autismo, a criação de um ambiente construído especialmente para elas pode melhorar em muito o seu desenvolvimento e aprendizagem.
O ideal é escolher um quarto silencioso, longe das principais atividades da casa ou das distrações vindas de fora da casa. Pode ser o próprio quarto da criança ou um quarto extra.
Se for o quarto da criança, é importante pensar em como diminuir as distrações neste quarto. Talvez seja necessário retirar alguns dos móveis ou ter certeza de que tudo pode ser guardado em um armário ou despensa durante as horas de atividades no quarto.
O quarto de brincar costuma ter em média cerca de 4m X 4m, mas estas medidas não são indispensáveis. Um quarto bem menor pode funcionar bem, especialmente para crianças mais novas. Quartos maiores também podem funcionar, mas deve-se levar em conta que um quarto muito grande pode tornar mais difícil a tarefa de se manter a
atenção de uma criança.

O quarto de brincar
O quarto deve ter poucas distrações sensoriais. Crianças com autismo tendem a apresentar dificuldades em filtrar e descartar informações sensoriais, o que pode levá-las a se distrair pelos vários sons, imagens, texturas e cheiros. Quanto mais simples for o ambiente sensorial de uma criança, mais fácil será para ela focar em interações sociais e no aprendizado de novas habilidades.
            Devido à experiência de bombardeamento sensorial que crianças com autismo frequentemente vivenciam, elas costumam procurar oportunidades para que se sintam em controle de seu ambiente. Quando uma criança se sente em controle da situação, também se torna mais fácil para ela prestar atenção nas interações e aprendizados sociais.
O quarto de brincar é especificamente estruturado para que nele haja o mínimo possível de limites. É o quarto do “sim”. O “não” pode estar presente em alguns momentos em que limites possam ser necessários. Quanto mais controle a criança tiver, menos controle ela tentará obter e mais fácil será ela se engajar em atividades interativas.
O ideal seria retirar todos os móveis, exceto uma mesa e uma (ou duas) cadeiras, de tamanho apropriado para a criança. Se o quarto escolhido for o dormitório da criança e não tiver para onde remover os móveis, é importante que todas as superfícies dos móveis fiquem livres de objetos. As paredes do quarto devem ser pintadas com uma cor neutra. Cores fortes, contrastes ou estampas na parede podem ser elementos de grande distração para crianças com autismo. O mesmo vale para o piso do quarto.
É importante que o piso seja confortável. Geralmente utiliza-se piso de vinil sobre uma forração de carpete para que se tenha uma superfície macia e fácil de limpar durante o trabalho. Há também outras opções de pisos macios, como aqueles utilizados em academias de ginástica. Carpete pode funcionar também, principalmente se a criança não costuma derramar líquidos no chão.
Recomenda-se o uso de lâmpadas incandescentes neste quarto. Lâmpadas fluorescentes piscam (de forma imperceptível para muitas pessoas), mas as crianças com autismo frequentemente percebem e distraem-se com isto.
Neste ambiente, não será necessário impor tantos limites para a criança, pois ela estará em um ambiente seguro onde poderá fazer quase tudo, sentindo-se então em controle da situação. O ambiente também oferecerá para a criança a previsibilidade e segurança - um ambiente conhecido, onde apenas uma pessoa por vez interagirá com ela.
            Móveis e Equipamentos
Os móveis e equipamentos a serem utilizados dependem da idade e necessidades sensoriais da criança/adulto. Para uma criança mais nova que gosta de correr, pular ou escalar, aconselha-se que encontrar uma maneira segura de oferecer estas atividades dentro do quarto. Um jeito de fazer isso é retirar toda a mobília desnecessária do quarto, mantendo apenas uma pequena mesa e uma cadeira para as refeições ou atividades como desenho, etc. Podem ser providenciados equipamentos como um pequeno escorregador ou uma estrutura para escalar, uma pequena cama elástica ou duas grandes bolas de fisioterapia. Para uma criança menos ativa ou mais velha, pode ser providenciada uma mesa maior e um lugar confortável para se sentar.
Recomenda-se o uso de um espelho de cerca de 1,60 m (altura) por 1,50 m (largura) colado de forma segura na parede a partir do chão ou rodapé. A principal função do espelho no quarto é estimular e facilitar o contato visual com a criança. O espelho também contribui para o aprendizado de consciência corporal. Outra função seria a de facilitar a observação e gravação das sessões devido à multiplicação dos ângulos de visão.
             Brinquedos
            O quarto deve ser livre de qualquer brinquedo eletrônico, incluindo vídeo games, TVs, computadores ou qualquer outro brinquedo que utilize pilhas. Estes brinquedos ou equipamentos podem distrair e absorver uma grande parte da atenção das crianças.
            A escolha dos brinquedos depende dos interesses da criança. O principal foco no quarto está na interação social. É interessante escolher brinquedos que possam ser utilizados de diversas maneiras. Por exemplo, brinquedos de pelúcia, fantoches, fantasias, instrumentos musicais e blocos de montar. Equipamentos de esportes são frequentemente úteis, como bolas, cestas de basquete, gol, pinos de boliche ou pequenas raquetes.
Mesmo que a criança ainda não esteja desenhando ou escrevendo, mantenha papel, canetas, giz e lápis disponíveis no quarto para poder desenhar figuras, escrever palavras e começar a encorajar sua criança a fazer o mesmo. Se a criança já for capaz de participar em jogos mais estruturados (ex: jogos de tabuleiros ou cartas), pode-se ter alguns destes no quarto também.
É importante incluir no quarto vários objetos que a criança costuma utilizar durante comportamentos de isolamento. Se ela gostar de segurar pedaços de fios, tenha alguns tipos de fios no quarto. Se a criança gostar de alinhar carros de miniatura, tenha alguns destes disponíveis (não mais do que 10). Coloque todos estes brinquedos em uma ou duas prateleiras a uma altura de cerca de 1,75m. A intenção é que a prateleira esteja alta o suficiente para que a criança precise de ajuda para alcançar os brinquedos, mas não alta de modo que não consiga ver quais são os brinquedos lá disponíveis. Para crianças mais velhas e mais altas, a altura da prateleira não é tão importante.

            No quarto de brincar, são realizadas sessões 1:1 com a criança (um facilitador : uma criança). Estas sessões podem ter a duração de uma hora, duas horas ou mais, dependendo de cada criança.
            Os princípios do Son Rise podem ser aplicados em qualquer lugar, não apenas no quarto de brincar, mas o tempo todo. Aplicar os princípios dentro do quarto otimiza o desempenho da criança, porque nele há poucas distrações sensoriais e a criança tem o controle. Portanto, não há competição de informações sensoriais (facilitador x outros estímulos); e a criança não precisará tentar obter o controle, pois ela já terá o controle do quarto, já que ele é estruturado especialmente para ela.

Referência e mais informações: